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Livros poéticos e sapienciais do Antigo Testamento

Índice Livros poéticos e sapienciais do Antigo Testamento

Os Livros poéticos e sapienciais do Antigo Testamento são: Jó ou Job (português de Portugal), Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Sabedoria e Ben Sirac ou Eclesiástico.

12 relações: Bom senso, Cântico dos Cânticos, Eclesiastes, Eclesiástico, Edição Pastoral, Livro da Sabedoria, Livro de Jó, Livro de Salmos, Livro dos Provérbios, Livros deuterocanônicos, Metáfora, Reino de Israel.

Bom senso

Bom senso é um conceito usado na argumentação que está estritamente ligado às noções de sabedoria e de razoabilidade, e que define a capacidade média que uma pessoa possui, ou deveria possuir, de adequar regras e costumes a determinadas realidades considerando as consequências, e, assim, poder fazer bons julgamentos e escolhas.

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Cântico dos Cânticos

iluminado da Biblioteca Estatal de Bamberg, na Alemanha. O Cântico dos Cânticos (שִׁיר הַשִּׁירִים, Šīr HašŠīrīm; ᾎσμα ᾈσμάτων, Âisma Aismátōn), conhecido também como Cantares, Cânticos de Salomão ou Cântico Superlativo, é o quarto livro da terceira seção (Ketuvim) da Bíblia hebraica e um dos livros poéticos e sapienciais do Antigo Testamento da Bíblia cristã.

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Eclesiastes

Página de Eclesiastes na Bíblia de Cervera (séc. XIII), na Biblioteca Nacional de Portugal, em Lisboa. Ecclesiastes (קֹהֶלֶת, qōheleṯ; Ἐκκλησιαστής, Ekklēsiastēs) é o terceiro livro da terceira seção (Ketuvim) da Bíblia hebraica e um dos livros poéticos e sapienciais do Antigo Testamento da Bíblia cristã.

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Eclesiástico

Eclesiástico ou Sirácida é um dos livros deuterocanônicos da Bíblia, de composição atribuída a Jesus filho de Sirach (Jesus Ben Sirac ou Ben Sirá, ou, em grego Sirácida Bíblia de Jerusalém, Nova Edição Revista e Ampliada, Ed. de 2002, 3ª Impressão (2004), Ed. Paulus, São Paulo, p 1.139).

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Edição Pastoral

Bíblia Sagrada — Edição Pastoral é uma tradução da Bíblia católica feita pela atual Paulus Editora.

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Livro da Sabedoria

O Livro da Sabedoria (ou Sabedoria de Salomão) é um dos maiores livros deuterocanônicos da Bíblia.

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Livro de Jó

iluminado do século XII. O Livro de Jó (אִיוֹב, Iyov) é um dos livros da seção dos "Escritos" (Ketuvim) da Bíblia hebraica (Tanach) e o primeiro dos livros poéticos do Antigo Testamento da Bíblia cristã.

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Livro de Salmos

IX Salmos (do grego Ψαλμός, Música, pois a palavra que intitula muitos salmos no texto hebraico é Mizmor מזמור, Músical) ou Tehilim (do hebraico תהילים, Louvores) é um livro do Tanakh (fazendo parte dos escritos ou Ketuvim) e da Bíblia Cristã, vem depois do Livro de Jó, pois este encerra a sequência (AO 1943: seqüência) de livros históricos, e antes do Livro dos Provérbios, iniciando os livros proféticos e poéticos em ordem cronológica, sendo o primeiro livro a falar claramente do Messias (ou Cristo) e seu reinado, e do Juízo Final.

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Livro dos Provérbios

Rolo dos Provérbios. O Livro dos Provérbios (מִשְלֵי, "Míshlê ") ou Provérbios de Salomão é o segundo livro da terceira seção (Ketuvim) da Bíblia hebraica e um dos livros poéticos e sapienciais do Antigo Testamento da Bíblia cristã, onde ele é o Vigésimo Quarto livro.

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Livros deuterocanônicos

O termo refere-se a um conjunto de sete livros que estão na Septuaginta, antiga tradução em grego do Antigo Testamento.

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Metáfora

Metáfora é uma figura de linguagem que produz sentidos figurados por meio de comparações implícitas.

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Reino de Israel

O Reino de Israel de acordo com a Bíblia, foi a nação formada pelas 12 Tribos de Israel, um povo descendente de Jacó, Isaque e Abraão. Segundo a história narrada na bíblia, após o Êxodo do Egi(p)to, sob a liderança de Moisés, os israelitas que eram nômadas/nómadas vaguearam pelo médio oriente durante décadas até que no final do sob a liderança de Josué os israelitas conquistam a terra de Canaã, abandonam o nomadismo e estabelecem-se nas terras conquistadas, dividindo o território entre as 12 tribos. O reino surge em meados do na sequência da unificação das 12 tribos sob a chefia de Saul, seu primeiro rei. Contudo não existia um verdadeiro poder central pois cada tribo governava a si própria. Os líderes nacionais, que se designavam "Juízes" tinham um poder muito frágil e só conseguiam unir as várias tribos em caso de guerra com os povos inimigos. A união entre as tribos era tão frágil que por vezes se guerreavam entre si. A Confederação Israelita, da era anterior ao Reino de Israel, também tem sido considerada uma espécie de república. Cansados destas situações as tribos israelitas resolveram unir-se e instaurar uma monarquia. O profeta Samuel, último dos Juízes, designou Saul, da Tribo de Benjamim, como o primeiro Rei de Israel. O reino abrangia a região montanhosa de Judá e de Efraim, cuja capital era Gibeal. Estudiosos modernos, incluindo crítica textual e arqueológica, tem contestado a versão bíblica da história do Reino, incluindo a história de como o reino do norte de Israel se desvinculou de uma monarquia unida com o reino sulista de Judá, afirmando que a civilização israelita nortenha se desenvolveu independentemente de Judá, uma área rural comparativamente menor, e só atingiu um nível de sofisticação política, econômica, arquitetural e militar quando o reino foi absorvido pela dinastia Omride, por volta de 884 EC.

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Livros poéticos, Livros poéticos do Antigo Testamento, Livros poéticos e sapienciais do antigo testamento.

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